"O curso Como Ser Assistente Virtual me abriu a cabeça, me deu foco, networking e um horizonte." * Como ser assistente virtual

“O curso Como Ser Assistente Virtual me abriu a cabeça, me deu foco, networking e um horizonte.”

Paula Levy

A aluna Paula Levy conta em seu depoimento sobre os benefícios que o curso Como Ser Assistente Virtual trouxe para a vida dela!

Nesse mês de Março, em que o curso completou 2 anos, comemoramos de diversas maneiras e, uma delas, é com a publicação dos depoimentos das alunas do curso.

Em cada depoimento, uma história de vida diferente! Porém, todas elas com o mesmo ideal: ter o seu próprio negócio!

Mas além disso, cada uma das alunas contou sobre suas experiências, sonhos, dificuldades e superação. Conheçamos agora o depoimento da aluna Paula Levy.

 

Depoimento Paula Levy

Nunca gostei do mundo corporativo. Trabalhei por alguns anos em empresas, mas o espírito empreendedor que mora em mim sempre me disse para tentar coisas novas.

Foi assim quando deixei de ser arquiteta (minha formação original) para ser designer gráfica. Prestando serviços como autônoma, acabava sempre ajudando meus clientes em outras áreas. Na comunicação, na gestão de eventos, na administração das redes sociais, na procura de fornecedores.

Fazia tudo sem muito método. Foi quando, por acaso (mas acasos não existem), conheci o curso Como Ser Assistente VirtualArrisquei…

 

O curso me abriu a cabeça, me deu foco, networking e um horizonte.

Você tem que “ir atrás”. Esteja aberto a novas oportunidades, se atualize, converse, troque… Não é mágica, é estudo, método.

Conheci novas ferramentas para trabalho remoto, o que me deu mais segurança – o cliente percebe se você realmente sabe do que está falando.

Comecei a frequentar encontros de networking e a falar sobre meus serviços. No começo, confesso, não foi fácil, mas a constância e o treino te fazem uma pessoa melhor a cada dia.

Hoje atendo alguns clientes fixos na área administrativa, suporte ao cliente, financeiro e comunicação. Gosto da diversidade de clientes e trabalhos. Isso deixa o dia a dia mais interessante.

Eu sou a única responsável por gerenciar meu tempo. Trabalhar em home office é bom, mas exige comprometimento e certa rotina. O estresse cai muito, e você tende a ganhar em qualidade de vida.

Só tenho muito a agradecer à Camile por tê-la conhecido e pelo curso ter aberto (ainda mais) minha cabeça. Valeu!

Sou a Paula Levy, 55 anos, sagitariana, doceira nas horas vagas e parceira remota dos meus clientes.