Futuro do trabalho: Trabalhabilidade e Carreira 3.0 * Como ser assistente virtual
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A incrível arte de reinventar se na vida e na carreira
4 de dezembro de 2017

Futuro do trabalho: Trabalhabilidade e Carreira 3.0

Assistente Virtual Secretária Remota

 

 

 

Há umas 4 ou 5 décadas atrás a ideia de ter um “bom emprego” estava diretamente relacionada à uma gestão de carreira, na qual cabia ao empregador cuidar da carreira dos seus empregados até a aposentadoria. A Geração Baby Boomer (de pessoas nascidas entre 1946 a 1964) se caracteriza por ter como um dos seus anseios de vida um emprego fixo e estável. E isso não era algo muito difícil de acontecer: as pessoas eram contratadas ainda jovem e só se desligavam, salvo algumas exceções, ao se aposentarem (pergunte para seus pais e avós e eles irão lhe confirmar isso). Essa foi a era da carreira 1.0.

À partir dos anos 90, o termo empregabilidade ganha força graças a uma geração ( a geração X: dos nascidos entre a segunda metade dos anos 60 até o final dos anos 70) que tinha como meta de vida se manter atrativo para o mercado. Os profissionais dessa época se caracterizam por serem indivíduos altamente competitivos, já que cabia a cada um o desafio de construir seu caminho profissional, muitas vezes por meio de articulações que o permitisse sobreviver no canibalísitico mundo corporativo, onde somente sobreviviam os mais eficientes e competentes.

Mas ao contrário da geração anterior, essa geração X já começava a acenar para a possiblidade de trocar de empresa ao longo da sua trajetória profissional. Principalmente se “a troca” viesse precedida por algum bônus, como aumento de salário e uma escalada de projeção profissional. Foi uma época em que as pessoas começaram a assumir uma responsabilidade maior no controle de suas carreiras e ter um único emprego para a vida toda passa a ser algo questionável: chegávamos a era da carreira 2.0.

 

TRABALHO HOJE: CARREIRA 3.0

 

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O protagonismo de carreira é a fase aguda do que hoje chamamos de carreira 3.0. Que é quando o indivíduo se torna consciente de que os principais fatores de mudança começam quando a lógica é de que podemos nos valer de outros recursos, como a criatividade, para nos mantermos ativos num mercado em que cada vez contam se menos os títulos e mais as habilidades cognitivas.

Para Salim Ismail, ex  diretor da Singularity University, dentro de alguns anos só haverá uma única descrição de cargo: “solucionador de problemas criativo e adaptável”. As pessoas serão contratadas pelo quão adaptáveis elas podem ser.

Mas agora eu te convido a fazer um check up mental para que você possa analisar se o que você procura nos tempos atuais é por um emprego/cargo (ainda que não seja para a vida toda), que mantenha o seu nível de empregabilidade ou por uma atividade/ocupação que o faça assumir as rédeas de sua carreira e o coloque no patamar da trabalhabilidade.

Se o seu mindset ainda corresponde ao primeiro caso (o da empregabilidade), eu sinto muito lhe informar que você está correndo um sério risco de se tornar obsoleto para um futuro (nada distante) no qual o maior temor não será o de ter a inteligência artificial como seu maior concorrente, mas sim o de ficarmos defasados muito antes de termos as máquinas ocupando nossos lugares.

Mas se você já “virou a chave” e percebeu que cabe à você (e somente à você) começar a investir hoje para encontrar novas alternativas para produzir e gerar renda, parabéns!

Você acabou de carimbar seu passaporte rumo ao futuro do trabalho.

E dessa vez quando falamos do futuro, estamos nos referindo ao futuro que é o futuro mesmo.

Temos que pensar também no quão estamos nos preparando para o futuro do futuro, ou seja, o período que os futuristas se referem  e que diz respeito ao cenário no qual poderemos estar inseridos nos próximos 20 anos ou mais. Pois, um outro aspecto da trabalhabilidade tem a ver com a longevidade: se o emprego pode ser um ciclo finito na vida das pessoas, o trabalho é algo bem mais duradouro.

E já que estamos vivendo mais, precisamos pensar em como manter uma vida produtiva que nos garanta termos trabalho e renda por mais tempo.

Muito dessa lógica se deve ao simples fato de que quanto mais assumirmos a trabalhabilidade como foco de nossas carreiras, menos nos preocuparemos com os índices alarmantes de desemprego que assolam o nosso país (que segundo o IBGE passou dos 13 milhões para 14,2 milhões só no primeiro semestre desse ano).

Ou seja, para os profissionais atentos à trabalhabilidade, não importa se a automação é algo a ser temido ou se os próximos governos serão capazes de mudar o atual cenário político e econômico.

O profissional que começar desde já a pensar não só no futuro de sua carreira, mas que sobre tudo esteja usando do seu presente para provocar mudanças (ou até mesmo pequenas revoluções) na forma como vem modelando sua vida profissional, tem grandes chances de ter trabalho, ocupação e renda ao longo de toda a sua vida produtiva.

Pois, para esses profissionais não há que se temer o futuro.

 

 

A GIG ECONOMY

O futuro é o que acontece aqui e agora e as mudanças no mundo do trabalho são evidentes à nível global.

A Gig economy ou freelancer economy é algo que cresce no mundo todo. É caracterizada por ciclos de trabalho muito mais curtos, com profissionais autônomos trabalhando de forma remota.

Estima se que nos EUA até 2020 60 milhões de americanos, ou 40% da força de trabalho, seja de profissionais autônomos, freelancers ou terceirizados.

A economia sob demanda já começa a despontar no Brasil como uma alternativa de trabalho para muitos profissionais que estão reinventando suas carreiras. Descobrem uma nova forma de trabalhar, que depende mais de suas habilidades e proporciona maior flexibilidade e qualidade de vida. Pelo outro lado, empresas e profissionais que contratam essa mão de obram se beneficiam de uma força de trabalho mais produtiva e com custos reduzidos.

E para você que quer ou precisa aprender a acessar ou potencializar suas habilidades, colocando as a favor do seu trabalho, venha conhecer o curso que te mostra passo a passo como ser um assistente virtual e tornar-se um gestor de sua própria carreira.

www.comoserassistentevirtual.com.br

 

 

Sou Delza Carvalho, tenho 46 anos, co-fundadora da Conecxo Assistência virtual e real  e há alguns  anos descobri que posso empreender por meio das minha habilidades. E uma delas é minha capacidade de me adaptar às mudanças. E hoje sou uma grande entusiasta e estudiosa das novas tecnologias (algo bem improvável há alguns anos atrás) e os impactos que elas podem gerar na forma como nos relacionamos, empreendemos e fazemos negócios. E espero por meio das minhas novas experiências de vida e carreira inspirar pessoas a enxergarem a tecnologia como aliada e não como uma ameaça.