Quem nunca viveu essa situação: Numa manhã qualquer, com o quarto ainda escuro, o despertador toca no horário programado e você o coloca em estado de ‘soneca’ e posterga alguns minutos para sair da cama. Mesmo com a enorme lista de afazeres no dia, temos a crença de que ‘uns minutinhos’ a mais (dormindo) ou a menos (produzindo) não vão fazer diferença no nosso dia, não é mesmo? Sem contar aquela célebre desculpa de que ‘hoje eu mereço’. Mas para a Neurocientista Cecília Barreto, especialista em transição de carreira e produtividade, a ‘soneca’ do despertador é apenas um dos caminhos que pode levar à procrastinação. Especialmente se você tiver a liberdade para organizar seus horários e executar suas tarefas por conta própria. Segundo Cecília, ter disciplina e autocontrole nas suas ações significa não ceder aos seus impulsos para que você possa se beneficiar de outros fatores a fim de atingir seus objetivos e metas. “Sua carreira é resultado do seu cérebro. Na verdade, tudo na sua vida hoje é consequência do que você tem feito com seu cérebro. Se você entende bem o funcionamento e faz o melhor uso dele, você tem bons resultados. Se não, chegou a hora de mudar.” Ainda segundo ela, a transição de carreira começa no autoconhecimento. Que é onde você começa a reconhecer sua insatisfação. Pois só saímos da zona de conforto quando somos expulsos. Essa tomada de consciência do processo de insatisfação deve vir junto do autocontrole e da disciplina. Para isso não há fórmula mágica: basta não ceder aos seus impulsos e prazeres imediatos, pois assim você estará  beneficiando os objetivos futuros. Mas é preciso ter clareza de quais são esses objetivos, pois sabemos que grandes desafios podem nos gerar insegurança e as tarefas mais difíceis de serem executadas tendem a ser postergadas. É quando a zona de conforto nos chama para a acomodação.  Nessas horas é que temos que exercer a autodisciplina e o auto controle. A procrastinação é um sintoma do medo: do medo de falhar, de não ser bom o suficiente e, acreditem, até de fazer sucesso. E a produtividade, aspecto fundamental para quem está transitando de carreira, ou passa por um novo desafio profissional, está diretamente relacionada ao que precisa ser feito. Pois cabe à você, e a mais ninguém, assumir a auto responsabilidade pelos seus grandes sonhos e projetos. Para isso, ela, ou melhor a neurociência, nos ensina sobre 5 atitudes que devemos ter para alavancar a carreira:

Uma delas é: se você tem um grande objetivo a atingir, transforme-o em pequenos objetivos e junte as partes. As tarefas pequenas são mais difíceis de serem postergadas. Outra dica é: começar o dia  realizando as tarefas mais complexas. Também procure compartilhar suas tarefas, seus planos e objetivos com alguém que esteja na mesma vibração que você. Pode ser por exemplo, uma amiga, para que ela que te ajude a monitorar seu progresso. E por fim, ao assumir a auto responsabilidade por suas atitudes e ações, é importante definir a sua régua de produtividade. Ou seja, aquilo que você consegue alcançar e que dependa exclusivamente de você. Mas caso você não consiga cumprir com aquilo que se propôs, nada de entrar num looping negativo’, evitando assim a auto punição ou uma queda na sua auto confiança. Mas lembre se que só ler essas valiosas dicas da Cecília, não mudará em nada sua vida. Já, aplicar esse conhecimento pode mudar tudo.

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Cada vez mais mulheres, por razões já bastante conhecidas, ‘fogem’ do mercado de trabalho tradicional para trabalharem de maneiras que as permitam equilibrar carreira e maternidade.

Uma pesquisa realizada pelo IBGE, em 2021, apontou que apenas 54,6% das mulheres com filhos pequenos estão empregadas no mercado formal, enquanto o número de homens empregados com filhos pequenos é de 89,2%.

Dados que mostram que de forma generalista, que a responsabilidade da criação dos filhos é vista socialmente como uma exclusividade da mãe, e não do pai.

Nas casas em que mãe e pai estão juntos, o compartilhamento de forma igualitária no que diz respeito  aos cuidados com os filhos e afazeres domésticos é discrepante. 

A pesquisa do IBGE confirma que as mulheres dedicam duas vezes mais tempo aos afazeres de casa do que os homens: 

21,4 horas contra 11 horas semanais.

E esse número de horas dedicadas à família e ao lar é considerado fator importante para que as mulheres conquistem mais autonomia no mercado de trabalho, ou não.

Com a responsabilidade da educação e criação dos filhos nessas circunstâncias, fica fácil compreender porque o número de mulheres insatisfeitas no trabalho é cada vez mais alto.

Estamos no século que mais gera conectividade e facilidades, portanto as mulheres não deveriam se preocupar em escolher entre a maternidade ou a carreira, porém, ainda é uma realidade distante para uma grande parcela delas no Brasil.

Ela decidiu não voltar da licença maternidade, e hoje ganha do dobro da CLT trabalhando de casa

O desafio da maternidade 

As mulheres que querem ter filhos, ainda sentem a necessidade de adiar a maternidade por receio de perder oportunidades enquanto tentam conciliar carreira e família.  

Mas alguns dados encontrados com facilidade na internet mostram que uma maioria das profissionais deixa o emprego após o nascimento do primeiro filho.

Em contrapartida a esse cenário, algumas empresas estão preocupadas em cuidar dos talentos femininos e desenvolvem políticas e programas que atendem as necessidades da mulher, proporcionando que elas conciliem a vida profissional, pessoal e o papel de mãe.

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Uma coisa é certa: com uma divisão de tarefas de forma mais justa e uma parceria dentro do ambiente familiar, mais mulheres deixariam de ter dificuldade em conciliar trabalho e afazeres domésticos para  se dedicar a conquistas profissionais e carreira promissoras e de realizações, sem se  sentirem tão sobrecarregadas, causando uma forte e impactante mudança na sociedade e no mercado de trabalho.

No livro Lean In, em português “Faça Acontecer: Mulheres, trabalho e vontade de liderar” da  Sheryl Sandberg, ex-COO do Facebook, aponta que 43% das mulheres altamente qualificadas e com filhos, estão deixando suas carreiras por um período para se dedicarem à maternidade.

As razões dessa “fuga” são bastante conhecidas e, hoje, mais do que nunca, elas estão fugindo da força de trabalho tradicional para ingressar na economia GiG.

Eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, Sheryl Sandberg encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo, e esse novo modelo de trabalho é um caminho promissor para as mulheres.

O que é Gig Economy?

Gig Economy é um termo que surgiu nos últimos anos para definir um modelo específico de relação de trabalho. Os conceitos mais comuns para esse modelo são::

A Gig Economy também é conhecida como freelance economy ou mesmo economy on demand e caracteriza as relações laborais entre trabalhadores e empresas que contratam essa mão de obra para a realização de serviços esporádicos e, portanto, sem vínculo empregatício (tais como freelancers e autônomos). Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A Gig Economy refere-se à força de trabalho de pessoas engajadas em trabalhos autônomos e como uma renda extra”. Consultoria McKinsey.

Flexibilidade e diversidade de trabalho são palavras que facilmente descreveriam o modelo.

Esse modelo mais flexível de trabalhar tem potencial para assegurar ao trabalhador mais qualidade de vida e a possibilidade de explorar diferentes oportunidades profissionais, através das suas melhores habilidades.

A autonomia na definição de tarefas e na escolha de projetos de atuação permite o direcionamento para uma carreira de acordo com interesses e objetivos que estão em ressonância com a profissional. 

Por que esse modelo é atrativo para as mulheres?

Dados da pesquisa ‘Mapeando um Ambiente Pró-família nas Organizações’, realizada pela consultoria Filhos no Currículo, em parceria com a Talenses Grupo, expôs que as profissionais que são mães se sentem menos satisfeitas quanto ao acolhimento no ambiente de trabalho, se comparado à satisfação expressa por pais e lideranças.

E, quando questionados sobre qual seria o maior benefício na criação de um ambiente pró-família nas organizações, a maioria das pessoas lideradas apontou a jornada de trabalho flexível em primeiro lugar.

Tudo começou com o livro que mudou a minha vida.

Em 2015, o dilema em  escolher entre a maternidade ou minha carreira, me levou a tomar uma decisão: 

abandonar o cargo de gerente de loja em um shopping para buscar um trabalho que me permitisse ter mais tempo de qualidade com a minha filha Alice.

Encontrei a carreira de Assistente Virtual. Decide começar a empreender através dela, mesmo que fosse uma profissão que estava apenas engatinhando e ainda era pouco conhecida.

Em matéria publicada pela revista Exame sobre equidade de gênero no trabalho, os dados de uma pesquisa realizada pela McKinsey, mostrou que 1 em cada 3 mulheres com filhos na fase da primeira infância estavam pensando em dar um “downgrade” em suas carreiras ou pedir demissão.

Mulheres que são mães representam quase metade da força de trabalho no mercado profissional brasileiro – imaginem o tamanho do impacto para as empresas em termos de resultados financeiros que essa decisão pode ter?

O outro lado da moeda

Rosangela Felix, da cidade de São Paulo/SP, mãe do Pedro e da Maria Helena.

Formada em Administração e Pós-graduada em Gestão de Pessoas, considera como maior benefício da profissão de Assistente Virtual a possibilidade real de estar mais perto dos filhos enquanto contribui para a renda da família.

Não é necessário largar uma área da vida em detrimento a outra. A possibilidade de ambas estarem conectadas e caminharem  juntas é uma das possibilidades de maior destaque na carreira de AV.

Outro aspecto ressaltado por ela é poder acompanhar a rotina e o desenvolvimento deles sem precisar delegar a terceiros: “Ter com eles, não apenas tempo de qualidade, mas também ter quantidade de tempo, isso não tem preço.” 

Se você tivesse que escolher entre o sucesso profissional ou a maternidade, quantos filhos você teria? 

Existe um grupo de mulheres que estão refazendo as regras e resignificando o que chamam de sucesso, trilhando um caminho onde é possível equilibrar carreira, tempo de qualidade com os filhos, flexibilidade e ainda conquistar autonomia financeira.

Sabemos que a realidade do futuro do trabalho, para as profissionais que são mães, vai além do clichê de que as máquinas podem tomar o lugar dos humanos em algumas profissões.

O que de fato existe é o risco das pessoas não serem absorvidas, nesse mercado em constante transformação, pela falta de habilidades essencialmente humanas, como praticar o autoconhecimento, desenvolver a adaptabilidade, ser criativa e ter empatia para escutar. 

Habilidades essas muito importantes para quem deseja ter sucesso na carreira de Assistente Virtual.

Para isso, elas não precisavam esperar que a ‘profissão do futuro’ lhes proporcionasse viver no presente o que dá mais sentido às suas carreiras, podendo acompanhar de perto o desenvolvimento dos seus filhos, ter flexibilidade e ainda conquistar a autonomia financeira.

Tem também as que valorizam trabalhar em horários que lhes sejam mais convenientes, ou até mesmo de qualquer lugar, conciliando outras paixões, como viajar, sem perder o foco no trabalho.

Possibilidades essas que o trabalho remoto e a carreira de assistente virtual torna possível.

E agora que você viu que é possível, se interessou e quer criar seu próprio trabalho com a carreira de Assistente Virtual? Não perca mais tempo e seja feliz em uma carreira cheia de oportunidades e prosperidade.

Um abraço, e até a próxima

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Será que dá para mudar de carreira depois de tanto tempo na mesma profissão? Lindsay Ornellas, aluna da Camile mostrou que sim, é possível. 

Ela é mãe de uma adolescente de 17 anos, mas a vida toda trabalhou fora e perdeu momentos importantes e únicos da vida de sua filha. Depois de 20 anos atuando no mundo corporativo, ela decidiu mudar.

Antes de conhecer o curso da Camile Just, ela já tinha atendido alguns clientes pontualmente como freelancer, mas não acreditava que tinha perfil para ser MEI. Mas em 2020, realizou o Curso Como Ser Assistente Virtual e essa foi a virada de chave que ela precisava para realizar sua transição de carreira.

“O curso colaborou para eu enxergar questões bem específicas da carreira, a questão de público, nicho, etc.”

 

A nova rotina como assistente virtual

Como assistente virtual, ela atende entre 5 e 10 clientes, hoje sem a correria de antes, onde precisava até mesmo viajar a trabalho. Agora, ela curte mais momentos com sua filha – a nova carreira de AV contribuiu até mesmo para que ela se aproximasse da adolescente.

“Sou muito mais feliz, consigo cuidar de mim, da casa, da minha filha. Trabalho muito mais, mas com algo que eu amo e faço com prazer, no meu ritmo.
Tenho orgulho de vestir a camisa dos meus clientes, de ajudá-los e criar uma ligação especial com cada um.”

A vida de empreendedora, segundo Lindsay, possui desafios, mas ela se sente livre e grata pela nova rotina. Com seu trabalho, ela já ajudou empresas a dobrar o faturamento simplesmente por ela poder organizar a parte burocrática de contas, atendimento de clientes. 

Em outro caso, a cliente que vivia sobrecarregada pode até tirar férias após a entrada de Lindsay. Ela finalmente conseguiu fazer sua viagem de Lua de Mel, graças à confiança que tem na AV!

 

Uma lição de ouro

No curso, aprendemos a estar sempre atentos às oportunidades de prospecção.

Certa vez, Lindsay estava indo ao médico quando um passageiro puxou papo. Ela mais que rápida, na primeira oportunidade, contou que estava empreendendo e pegou o contato do rapaz, que trabalhava em um dos nichos que ela atendia.

“Eu desci do ônibus, e algumas horas depois ele me mandou uma mensagem, dizendo que havia indicado meus serviços para um colega e que a pessoa estava interessada (…) Não perdi a oportunidade, nem dentro do ônibus.”

No curso, entre os conteúdos que mais foram valiosos para Lindsay estão: a construção do negócio, ferramentas, o contato com a Camile e a equipe de apoio. Além do que ela pode aprender sobre ferramentas digitais que ajudam em seu negócio.

Agora, ela planeja o crescimento como assistente virtual para chegar aos 5 dígitos por mês, comprar um apartamento, ter uma reserva financeira e já sonha com uma viagem à Disney. 

Você se interessou e quer criar seu próprio trabalho como AV assim como a Lindsay? Conheça a Formação mais completa do mercado: Clique aqui e saiba mais!

 

 

– Você tem filhos?
– Pretende tê-los?
– Quem cuida dos seus filhos para você trabalhar?

Perguntas como essas, feitas por recrutadores e gestores de empresas para mulheres em ‘idade reprodutiva’, demonstram que, paradoxalmente, é no auge da sua fase mais produtiva, que muitas mulheres vivem o dilema de escolher entre a maternidade e a carreira.

Agora, imagine uma cena na qual uma profissional, que atualmente trabalha em home office, mãe de uma criança de 2 anos, é questionada pelo seu chefe se ela poderia trancar-se num quarto durante uma teleconferência “para não atrapalhar a reunião”.

O que muitas dessas mulheres vivem em suas carreiras, quando decidem ser mães, faz parte de uma realidade que exige a constante desconstrução da ideia de que os filhos são entraves para suas carreiras.

Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) dá uma dimensão do impacto da pandemia no já conhecido desafio de conciliar maternidade e carreira:

Desafios de quem gerencia a carreira, a casa e a maternidade

A realidade demonstra que cuidar dos filhos é uma responsabilidade que deveria ser compartilhada, porém, pais e mães vivem essa experiência de forma diferente, principalmente quando esses cuidados se misturam com o ambiente de trabalho.

A consultoria Filhos no Currículo, em parceria com o Movimento Mulher 360, realizou uma pesquisa para mapear as expectativas e a experiência de profissionais ao conciliar carreira e filhos antes, durante e depois da pandemia.

Foram ouvidos 825 pais e mães (sendo 80,33% mães, por maior interesse delas em responder à pesquisa) com filhos de 5 anos em média.

Uma das conclusões da pesquisa é que o puro exercício da parentalidade ajuda a pais e mães no desenvolvimento de habilidades que agregam aos seus currículos.

Segundo o estudo, 98% dos entrevistados desenvolveram alguma habilidade/soft skill profissional a partir do contato com os filhos – com destaque para paciência, tolerância, priorização, empatia e criatividade.

Obviamente que cada pessoa ou família vai ter experiências diferentes e, portanto, aprendizados distintos.

Outro ponto levantado pela pesquisa é que quase 60% dos entrevistados gostariam de continuar com o trabalho remoto após a pandemia, pois, a maioria acredita que o home office, mesmo disputando espaço com outras demandas domésticas, tem lhes proporcionado ganho de produtividade.

De fato, a pandemia desmistificou o trabalho remoto – e essa é uma boa oportunidade para quem busca por mais autonomia e flexibilidade de tempo para conciliar as atividades profissionais com a maternidade. 

Conheça agora as histórias de algumas Assistentes Virtuais e mães, que nos contam como driblaram as dificuldades do mercado, e encontraram no trabalho remoto uma opção de carreira:

Paula Salazar, mãe da Bruna, de 7 anos, e da Larissa, de 10 anos

Foto: arquivo pessoal

Bióloga por formação, Paula desenvolveu sua carreira na área comercial.

Na época em que trabalhava no regime CLT, seu maior desafio era o tempo longe das filhas, que passavam o dia integralmente em um berçário.

Em outubro de 2019, ela se desligou do seu último emprego e desde então atua como Assistente Virtual e busca conciliar sua rotina de trabalho com a das filhas.

“Para saberem quando podem falar comigo ou entrar no meu escritório, adotei a ideia da plaquinha na minha porta, onde sinalizo para elas se estou estudando, trabalhando ou em reunião, e daí já sabem se podem ou não me interromper.”

Outra tática adotada pela Paula, foi criar uma área de estudos para as meninas na sala, o que a permite acompanhá-las e, ao mesmo tempo, trabalhar de forma mais tranquila.

Ela ainda acredita que o que tem funcionado bem é reservar a agenda, respeitando certos compromissos diários, como, por exemplo, o momento de levá-las à escola.

Carla Castro, mãe da Alice, de 8 anos

Foto: arquivo pessoal

Formada em Gestão de RH, Carla iniciou sua carreira como Assistente Virtual em 2019 e hoje concentra suas atividades na área de Social Media. 

Após passar pela perda precoce do marido, em 2016, ela viu a necessidade de se estabelecer em um trabalho no qual pudesse ter a filha por perto, mesmo contando com o apoio da sua mãe.

Hoje, apesar dela considerar ser o auge do seu negócio, com muito mais demandas para administrar, sua rotina familiar tem sido bastante desafiadora.

Atualmente, dividir as tarefas domésticas com seu atual marido tem sido seu grande trunfo, onde ela procura priorizar algumas atividades, como o acompanhamento das aulas on-line da filha. 

“Procuro fazer uma lista com demandas de dois dias. Com isso, me sinto segura no caso de algum imprevisto. Incluí também a prática de exercícios físicos em casa, pois eles fazem diferença na minha produtividade e humor”.

Débora Rodrigues, mãe do Moisés de 6 anos

Foto: arquivo pessoal

Estudando Tecnologia em Empreendedorismo, a última experiência da Débora no regime CLT foi como recepcionista de uma clínica médica.

Seu maior desafio, segundo a empreendedora, é não poder contar com uma rede de apoio, já que reside em uma cidade onde não possui familiares por perto.

Atuando como Assistente Virtual desde julho de 2020, Débora ainda se considera numa fase de adaptação ao trabalho remoto, buscando conciliar seu trabalho com outras demandas do dia a dia.

“É preciso ter paciência e consciência de que ninguém consegue realmente dar conta de tudo. E o importante é não se comparar com outras mães.”

Assistência Virtual é a profissão de quem presta serviços de vários tipos pela internet – diretamente de sua casa – tendo flexibilidade de horários, garantindo liberdade sobre sua rotina e mais autonomia sobre sua renda!

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