Como me tornei Assistente Virtual: Histórias inspiradoras de quem está trilhando essa jornada

Como começar

Quem nunca sonhou em ter controle sobre o próprio tempo, fazer aquilo que gosta e realizar atividades em múltiplas áreas, adquirindo conhecimento de maneira constante e podendo ganhar dinheiro de qualquer lugar do mundo?

 

Há mais de vinte anos atrás, um executivo japonês chamado Tsugio Makimoto previu uma revolução. Em seu livro “Digital Nomad“, lançado no ano de 1997 em parceria com David Manners, escreveu num trecho quase premonitório que “redes sem fio de alta velocidade e dispositivos móveis de baixo custo quebrarão o vínculo entre ocupação e localização“.

Dez anos depois, em 2007, a ideia de nomadismo digital ressurge no best-seller Trabalhe 4 Horas por Semana“, do autor Tim Ferriss. Numa mistura de lifehack e ideias de novos modelos de negócios, Ferriss pintou uma imagem glamourosa — a começar pelo título — de renda automatizada e do velho sonho de se viajar o mundo enquanto se ganha dinheiro.

Porém, nem Makimoto, nem Ferriss previram que o impacto da transformação digital em nossas vidas, pessoais e profissionais, seria tão grande e evoluiria tão rapidamente.

O fato é que hoje, o trabalho remoto é uma tendência no mundo todo. Trabalhar de casa ou de qualquer outro lugar que não seja a própria empresa é a opção dos sonhos para 49% das pessoas empregadas, para 55% dos autônomos e para 55% dos desempregados.

Camile Just buscou na profissão de Assistente Virtual uma forma de ter mais autonomia sobre seu tempo e consequentemente poder estar mais presente no dia a dia de sua filha. 

Com o sucesso atingido na carreira, muitas pessoas a procuraram querendo seguir seus passos e isso a motivou a desenvolver o curso que veio para nos mostrar que é possível criar o seu próprio negócio, usando das habilidades e outros recursos que você possui, para iniciar na profissão ou aprimorar o próprio negócio                 

E o fato é que cresce cada vez mais o número de empresas que já se atentaram para essa nova lógica de trabalho, menos rígida e mais focada na entrega de resultados, e que têm contratado profissionais alinhados à essa tendência.

Acompanhando de perto essas mudanças no mercado de trabalho e cada vez mais conectada às expectativas e necessidades de suas alunas, Camile formou um time – remoto, naturalmente – com outras assistentes que vieram a se tornar suas sócias com o intuito de conectar os profissionais a empresas que procuram esse tipo de serviço. E assim, em outubro de 2019 foi lançada a plataforma Just Virtual.

E hoje vamos apresentar a trajetória de algumas alunas do curso anterior da Camile, Como ser Assistente Virtual que vem quebrou a lógica do trabalho formal ao ultrapassarem suas  barreira pessoais, empreendendo como Assistentes Virtuais, e assim encontraram uma nova maneira de se manter no mercado de trabalho, de forma mais autônoma e flexível.

 

A Priscilla Capello Barbosa, da cidade de São Paulo/SP, atua como assistente virtual desde abril de 2018.

Em sua fase de prototipação (termo que se refere à criação da primeira unidade de um produto ou serviço para servir de modelo para as futuras produções) ela atendeu 2 clientes que foram conquistados por meio da plataforma Just Virtual.

Em sua nova jornada como empreendedora, Priscilla vem colecionando histórias que podem te inspirar a realizar sua transição profissional:

“Eu nunca tive receio de ser empreendedora. Mesmo porque como artesã eu já exercia esse papel. Minhas dúvidas eram no que se diz respeito ao tipo de negócio.

Alimentação? Tô fora, não gosto de ficar horas na cozinha… Roupas? Será que o meu gosto vai agradar meus clientes? Cosméticos? Não sei ser vendedora.

Foi aí que conheci a profissão de Assistente Virtual. Fiz o curso, que aliás, me ajudou muito na construção do negócio. 

Pois eu já possuía  conhecimentos nas áreas administrativas, relacionamento com clientes, atendimento. Ainda me dou ao luxo de fazer o meu horário!

E hoje essa é a minha profissão.”

 

A Agleine Johansen, de Atibaia/SP, já atendeu 9 clientes desde que começou a atuar como Assistente Virtual.

Um dos seus clientes, uma agência de nannys (babás), mantém suas operações fora do Brasil e conta com o trabalho remoto da Agleine. 

Ela é responsável por gerenciar o trabalho de outras 4 pessoas, uma delas inclusive, Assistente Virtual.

Ela relembra alguns fatos da sua jornada sobre como é importante administrar bem o tempo, equilibrando trabalho e vida pessoal:

“No começo eu não tinha muitas habilidades para gerenciar o tempo e acabei tendo que trabalhar até mais tarde. Infelizmente perdi a hora e trabalhei até o amanhecer. O problema é que amanheceu e o dia começou, com todas as tarefas de novo. Fiquei acabada.”

 

Já a Caroline Rocha, de Santa Maria/RS, atua como assistente virtual desde outubro de 2018.

Seu primeiro cliente, um escritório de contabilidade online, foi conquistado através da plataforma workana e se mantém efetivo até hoje.

Para esse cliente, seu portfólio de serviços inclui tarefas como: atendimento ao cliente, processos como certificados digitais e serviços cartorários, corridas de motoboy em São Paulo para coleta e entrega de documentos, cadastros no novo sistema contábil e CRM.

Ela nos conta que sua transição de carreira foi gradual, tendo que conciliar por 6 meses o trabalho formal com o trabalho autônomo, e já contabiliza os ganhos de poder estar mais próxima da rotina de suas filhas.

“Há muito tempo eu  procurava algo que me brilhasse os meus olhos profissionalmente. Não estava mais feliz trabalhando como CLT e queria poder ter horários mais flexíveis. Encontrei essa chance em um vídeo da Camile no YouTube e pensei: É ISSO!!

Acho que o mais legal de tudo foi quando saí definitivamente do CLT e as minhas filhas falaram: ‘agora tu trabalha em casa, né mamãe? Não tem mais chefe para te estressar.’ Esse é o maior valor de ser assistente virtual. Consigo organizar a minha rotina de maneira que tenho tempo para as minhas filhas.”

 

Conseguir a tão sonhada estabilidade financeira como freelancer vai exigir que você tenha clientes fixos e um alto nível de demandas.

Encontrar seus primeiros clientes pode ser bastante desafiador. Assim como gerenciar o seu tempo, equilibrando vida pessoal e profissional.

Além disso, o profissional que decide pelo trabalho autônomo de forma remota torna se responsável por gerenciar sua carreira e precisa estar sempre atualizado com as tendências do mercado. Pois, como freelancer, cabe a ele buscar seu auto desenvolvimento para estar preparado para as novas oportunidades e demandas de trabalho que surgem nessa era digital.   

Portanto, espero que essas histórias de desafios e superações te inspirem a se tornar também um(a) profissional protagonista de sua carreira.

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