4 Passos para ser Assistente Virtual

Publicado em: 2/09/2020

Já pensou em trabalhar de forma virtual, fazendo seu próprio horário? Saiba os quatro passos para ser assistente virtual e trabalhar pela internet.

A digitalização do mercado de trabalho é uma tendência que vem se concretizando há anos e foi acelerada por conta das medidas de isolamento social adotadas em grande parte do mundo para conter o avanço do novo coronavírus. Com o home office saindo do papel, as pessoas e empresas perceberam que é possível garantir a produtividade no trabalho pela internet, o que reforça uma profissão que está se consolidando no Brasil: a assistência virtual.

Assistentes virtuais são pessoas que prestam serviços pontuais para negócios ou outros profissionais de forma remota. Por exemplo, se você tem experiência em recursos humanos e a padaria da esquina da sua casa precisa de alguém todo começo de mês para ajudar no fechamento de folha de pagamento, como assistente virtual é possível fazer esse trabalho pela internet, ao mesmo tempo que atende demandas de outras empresas, tudo isso com flexibilidade de horários e atuação remota.

Ser assistente virtual é muito mais do que trabalhar de forma remota, é criar o seu próprio trabalho e se reinventar a cada dia.

Como trabalhar pela internet?

Mas qualquer um pode trabalhar com assistência virtual?” você pode estar pensando. A resposta é SIM, desde que você tenha um serviço para oferecer que possa ser executado de maneira virtual e  que exista demanda por este trabalho é possível ser assistente virtual. Algumas áreas que são mais comuns nesse modelo:

Ainda há muitas outras opções de tarefas para quem quer começar a atuar como assistente virtual. Existem, porém, muitas dúvidas que podem surgir nesse começo, como quais serviços prestar, como se posicionar e como conseguir os primeiros clientes. Para ajudar quem está começando, a Camile Just elaborou um método que contempla 4 passos:

1. Estimular o autoconhecimento: a primeira etapa é saber o que você pode oferecer na forma de um serviço, para isso pense “o que eu sei fazer que pode ajudar outras pessoas ou empresas?” Aqui pode ser desde fazer as tarefas de suporte administrativo, até preencher planilhas, fazer pesquisas ou atuar como pós-venda.

Apesar de aparentemente simples, esse é o passo mais desafiador, afinal, não nos ensinam a  valorizar o que sabemos fazer a ponto de oferecermos essa habilidade na forma de um serviço. Depois de delimitado o que  pode ser ofertado, outros pontos de autoconhecimento devem ser explorados, como: capacidade produtiva, resiliência, empatia com o cliente, responsabilidade com prazos, entre outros.

Esses são pontos geralmente cobrados dentro de empresas e que, quando trabalhamos de forma autônoma, precisam ser desenvolvidos para definir a melhor dinâmica de trabalho virtual.

2. Definir o nicho de trabalho: depois de uma análise do que se pode oferecer é hora de olhar para o mercado. Supondo que uma pessoa identificou que pode vender  o serviço de  relacionamento com o cliente; esse nicho, por si só, é bastante amplo. Para poder executar os próximos passos – e fechar contratos com os clientes- é preciso definir um escopo, ter anotado quais funções executa e quais não.

Assim, é mais fácil de focar as vendas e se especializar em determinada atividade — aqui vale a máxima “mais vale uma coisa bem feita do que cinco mais ou menos”.

3. Definir o nicho de clientes: agora que você já sabe o que pode vender e quais são as atividades que estão dentro do seu escopo de trabalho, falta entender quem precisa mais desse serviço. O ideal é escolher pelo menos 3 nichos de clientes, por exemplo: dentistas, médicos, advogados.

A pergunta que deve ser feita é “quem precisa de ajuda com as tarefas que você pode realizar?” Esse passo é muito importante para que possa desenhar uma comunicação adequada e assertiva para prospectar os clientes, além de se especializar mais, aumentando o valor do seu trabalho.

4. Vender: para muitos, depois de decidir o que ofertar, essa é a parte mais difícil. Mas com todos os passos anteriores alinhados, grande parte do caminho é minimizado. Se você sabe o que vender e para quem, basta organizar uma estratégia para mostrar para o cliente que ele precisa do seu serviço e que, como assistente virtual, você pode oferecer diversas vantagens para ele.

Ter um discurso de vendas bem alinhado e  estratégias de comunicação para chegar nos potenciais clientes  é essencial.

Como começar a ser assistente virtual?

Para colocar tudo isso em prática, no entanto, é preciso de apoio. No nosso blog temos muito conteúdo que pode ajudar quem quer começar a desbravar o mundo do trabalho remoto e, para quem deseja um acompanhamento mais de perto, técnico e prático, oferecemos cursos que ajudam na formação como assistente virtual.
Camile Just foi uma das pioneiras desse mercado no Brasil e pode te ajudar a despontar nessa forma de trabalho flexível, rentável e libertadora.

Para saber mais, acompanhe os conteúdos em nossas redes sociais.

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