Viajar por diversas cidades ou países enquanto continua trabalhando há algum tempo poderia parecer algo impossível ou até um sonho distante. Mas, com um mundo cada vez mais conectado, nos últimos anos esse estilo de vida começou a ser adotado pelos denominados “nômades digitais”.

Uma das opções de profissão para ter essa flexibilidade é a de Assistente Virtual, quepermite uma atuação 100% remota. Um assistente virtual, como o próprio nome diz, presta serviços pela internet, então tem o mundo como quintal para poder oferecer os seus serviços”, afirma a empreendedora e assistente virtual Camile Just, idealizadora do curso Como ser assistente virtual‛ e da plataforma Just Virtual, que ajuda a conectar os
assistentes a clientes por todo o Brasil e até em alguns países do exterior.

Essa foi a escolha de Natália Almeida, que encontrou na assistência virtual uma maneira de colocar em prática o nomadismo digital, além de conseguir otimizar o seu tempo para dar atenção à família. “Diante do trabalho do meu marido, que é engenheiro de obras de linhas de transmissão, eu resolvi me desligar da empresa que trabalhava como CLT para empreender nesse novo mercado, que acredito muito. Hoje tenho a possibilidade de acompanhá-lo em cidades diferentes e posso ficar com meu bebê”, revela.

Os assistentes virtuais podem atuar nas mais diversas áreas, desde Administração, Finanças, Comercial e Secretariado até Comunicação, Marketing Digital, RH, Atendimento ao Cliente, entre outras. “Muitas empresas reduziram suas folhas de pagamento, mas continuam precisando de serviços e profissionais especializados. Com a contratação de assistentes remotos, conseguem manter a produtividade e reduzir custos com encargos trabalhistas e escritórios”, analisa Camile Just.

Esse é um serviço, inclusive, não procurado somente por empresas. “Empreendedores individuais, os profissionais liberais como arquitetos, médicos, blogueiros e Youtubers também precisam de apoio de um assistente virtual para o seu trabalho e sua vida pessoal”, diz Camile Just.

 

Assistência virtual pelo mundo

Essa tendência da assistência remota não é algo exclusivo do Brasil, outra vantagem da profissão para quem busca a vida de nômade digital. Desde maio de 2021, Natália Usevicius está em Portugal, de onde viaja para diversas cidades na Europa enquanto trabalha e já tem clientes por lá. “No momento, atendo uma empreendedora digital em Portugal fazendo o suporte dela em lançamentos de infoprodutos, atendo como assistente pessoal um cliente no Brasil e, pontualmente, outra família brasileira com dupla nacionalidade para contato no consulado. Estou em contato ainda com uma futura cliente de Punta Cana”, conta.

Mas, é preciso ter planejamento. Em seus cursos, Camile Just sempre ensina a utilizar as habilidades e experiências pessoais para atuar como assistente virtual, ferramentas necessárias e prospecção de clientes, além de como também a fazer um planejamento financeiro, que é ainda mais essencial para quem escolhe o nomadismo digital como estilo de vida.

“O recomendado é que a pessoa já tenha dois ou três clientes, para que possa prever os seus ganhos. E mesmo com clientes, uma reserva financeira também é necessária para evitar imprevistos”, orienta. Antes de colocar o pé na estrada, o ideal é também ter uma reserva financeira e a partir dela e dos ganhos já previstos, calcular o montante que terá disponível por mês para adaptar os gastos essenciais, sem deixar de separar valores para possíveis emergências e não esquecer das conversões de moedas quando o destino for outros países. “Existem sites que ajudam nessas conversões e pesquisas de preços e
serviços locais”, revela Camile Just.

Para quem tem vontade de ser nômade digital, mas tem ainda um pouco de receio, uma dica é realizar um teste, como fez a assistente virtual Cristiane Rodrigues. “Passei 30 dias viajando no estado de Santa Catarina, na cidade de Florianópolis. Meu objetivo nessa viagem era experimentar a vida de nômade, ver se conseguiria trabalhar remotamente com assistente virtual e manter este estilo de vida”, expõe. Após uma adaptação bem-sucedida, ela agora se prepara para mudar definitivamente de vida. “Estou me planejando para neste primeiro trimestre de 2022 me tornar nômade de uma vez e deixar a cidade onde moro atualmente. A assistência virtual tem transformado várias áreas da minha vida que vão para além da área profissional”, salienta Cristiane Rodrigues.

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Você está em busca de uma nova carreira, esbarrou com a assistência virtual, mas ainda não sabe se a profissão é pra você?

A gente te explica neste post quem pode ser assistente virtual e, notícia boa: você vai descobrir que não precisa de muito pra começar!

A carreira de assistente virtual é uma das mais promissoras no Brasil. Com a transformação digital acelerada pela pandemia, muitas empresas se viram com lojas e escritórios fechados. Mas, esse período mostrou que não existe limitação de espaço pra continuar trabalhando.

Isso mudou a mentalidade não somente das empresas como também dos profissionais, que perceberam na possibilidade de trabalhar de casa a chance de fugir do trânsito, da rotina exaustiva de escritório e usar o tempo de forma mais produtiva.

Com mais empresas no digital, aumentou também a demanda por profissionais remotos. E a carreira de Assistente Virtual, que já existia fora do Brasil, foi potencializada pelas mudanças no formato de trabalho. 

Hoje, empresas, empreendedores e trabalhadores autônomos já perceberam que é possível trabalhar de forma remota, com times virtuais e especialistas em áreas distintas.

A combinação que deu certo

É nesse encontro entre profissionais trabalhando de casa e empreendedores buscando otimizar os processos de suas empresas no digital que surge a carreira de Assistente Virtual: são profissionais que executam tarefas relacionadas a processos operacionais, administrativos, comerciais e financeiros, com base nas suas competências e habilidades. 

Com contratos de trabalhos flexíveis, o trabalho é realizado remotamente, sem precisar estar presente na rotina do escritório.

As possibilidades de atuação de uma Assistente Virtual são muitas e variam de acordo com os conhecimentos e afinidades de cada profissional. Entre os exemplos, podemos citar: atendimento online no WhatsApp, por e-mail, ou chats nas redes sociais; cuidar de agenda de empresários, médicos, advogados, dentistas e muitas outras áreas; realizar pagamentos, contratações, administração, compras… Tudo o que uma empresa precisa e pode ser feito de forma remota, uma Assistente Virtual pode fazer!

Quem pode ser assistente virtual?

Não existe um perfil fechado para ser assistente virtual. É preciso entender que assistente virtual não é um cargo, mas sim, uma carreira onde você descobre novas habilidades, se desenvolve e é uma parceira de negócios.

É necessário:

Suas principais ferramentas de trabalho:

Como se tornar uma assistente virtual?

Se você chegou até aqui, já descobriu que existe um mercado amplo de atuação e que pode começar com um computador e telefone, da sua casa. O ponto mais importante é olhar pra si mesma e reconhecer habilidades que muitas vezes você nem considera como tal.

O mercado de trabalho é muitas vezes cruel e pode te reduzir a um crachá. Mas você tem muito mais potencial guardado do que imagina. E você pode aprender a se valorizar, reconquistar sua autoestima e começar a trabalhar em uma carreira que te proporcione liberdade e reconhecimento na Formação em Assistente Virtual, d’ONM Carreiras.

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Dizem que a Assistência Virtual é a profissão do futuro, mas trata-se de uma realidade cada vez mais presente no mercado profissional. Ser Assistente Virtual é muito mais do que trabalhar por conta própria. É ter a oportunidade de criar o seu próprio trabalho, tornando possível o sonho da autonomia profissional e de tomar as rédeas da sua carreira.

O Assistente Virtual é o profissional liberal que trabalha de forma remota, seja de sua própria residência ou de um coworking. Utilizando de suas próprias ferramentas de trabalho, este profissional tem como benefício a flexibilidade de horários, bem como a tranquilidade de trabalhar com o que mais gosta.

Para quem tem dúvidas das áreas nas quais um assistente virtual pode atuar, saiba que essas são muito amplas e tendem a crescer cada dia mais. Inicialmente, pensava-se que um assistente virtual pudesse trabalhar apenas nas áreas administrativa, financeira, comercial e secretariado. Com o aumento da demanda por serviços digitais, surgiram novas áreas, como por exemplo: Comunicação, RH, Marketing Digital, Mídias Sociais, Atendimento ao Cliente e muito mais!

A tendência é a de que essas áreas aumentem ainda mais, pois o perfil dos clientes que necessitam desses serviços, também está mudando. São microempreendedores, pequenas e médias empresas, profissionais liberais, startups, youtubers, blogueiros e por aí vai…

Existem diversos tipos de clientes no mercado digital e, para cada um desses clientes, com certeza haverá um profissional disposto a ajudar com suas habilidades. Por isso, se você quer fazer parte da nova modalidade profissional que vem tomando conta do mercado brasileiro, conheça o curso que irá ajudar as pessoas a empreender e trabalhar de forma remota.

O que é Assistência Virtual?

Quando se fala em Assistência Virtual, é comum haver confusão entre as funções exercidas e os modelos de contratação. Além disso, o termo pode ser confundido com outros bem semelhantes. É o caso do assistente digital, que não é uma profissão e sim uma tecnologia para realizar atividades de maneira automatizada, ou seja, através de robôs.

Apesar de trabalhar de forma remota, a Assistência Virtual não dispensa o fator humano. Muito pelo contrário, o profissional é a peça fundamental no processo, uma vez que ele mesmo é a sua própria empresa. Esse aspecto fica bem evidente, principalmente no momento de prospectar clientes, em que o Assistente Virtual é orientado a ouvir as necessidades deles, antes mesmo de oferecer os seus serviços.

Os assistentes virtuais são profissionais altamente capacitados e especializados em determinadas atividades. Por isso, são capazes de entregar os melhores resultados para seus clientes, sem a necessidade de supervisão constante de gestores.

O mercado de assistentes virtuais é uma realidade que proporciona milhares de oportunidades em diversos setores. E a tendência é de aumentar ainda mais a gama de serviços, pois ajuda os clientes otimizando processos e trazendo resultados.

Como surgiu a profissão?

O termo foi criado na década de 1990, como a habilidade de trabalhar remotamente, em virtude principalmente das inovações tecnológicas que permitem esse modo de trabalho, como a internet de alta velocidade, o compartilhamento de arquivos em nuvem, entre outros. Dessa forma, os assistentes virtuais são procurados especialmente por empresas que precisam de profissionais atualizados e dinâmicos, mas que não podem ou não querem contratar um funcionário permanente para a equipe.

Uma pesquisa realizada pela Robert Half, empresa de consultoria em recrutamento, apontou que o Brasil é o terceiro país que mais cresce em relação ao trabalho remoto. Pequenas e médias empresas, ou mesmo startups e empresas mais robustas, buscam esses profissionais para realizarem as mais diversas tarefas de suporte virtual, desde o gerenciamento de redes sociais, planilhas, orçamentos e pagamentos até a gestão de pessoas, compras, fornecedores, entre outros.

Com o trabalho remoto, tanto o assistente virtual quanto o empregador conseguem ter mais controle sobre demandas e entregas, gerenciando de maneira mais inteligente o rendimento e o êxito das tarefas. No Brasil este cenário tem se expandido nos últimos anos principalmente em decorrência da crise econômica, que transformou as relações de trabalho e emprego.

Muitas empresas reduziram suas folhas de pagamento, mas continuam precisando de serviços e profissionais especializados. Com a contratação de assistente remotos, conseguiram manter a produtividade e reduzir custos com encargos trabalhistas e escritórios. Além disso, o Brasil está vivendo um boom de empreendedorismo. São muitas pessoas deixando o mercado de trabalho tradicional e abrindo seus negócios. Todas elas precisam de apoio administrativo e de outros tipos.

Além das pequenas e médias empresas, empreendedores individuais, os profissionais liberais como arquitetos, médicos, blogueiros e “Youtubers” também precisam de apoio para o seu trabalho e sua vida pessoal.

Quais são as áreas de atuação dos assistentes virtuais?

As áreas de atuação dos assistentes virtuais são muito amplas e crescem cada vez mais. Elas vão desde as mais básicas como Administração, Finanças, Comercial e Secretariado, até as mais novas como Comunicação, Marketing Digital, RH, Atendimento ao Cliente, entre outras.

Em Administração e Finanças, por exemplo, as atividades mais prestadas pelos assistentes virtuais são:

Para quem atua na área comercial, poderá realizar atividades como:

Os serviços de um assistente virtual também podem estar relacionados aos de um assistente pessoal. Alguns exemplos das atividades prestadas nessa área são:

Serviços de banco e de cartório também entram no escopo dos assistentes virtuais. Essas tarefas mais burocráticas que tomam o tempo das pessoas, podem ser delegadas a este profissional.

A atuação dos assistentes virtuais no ramo da Comunicação, Marketing Digital e Mídias Sociais, é cada vez mais presente. Nessas áreas as atividades realizadas são:

Outras áreas como Recursos Humanos e Atendimento ao Cliente estão cada vez mais em alta no mercado remoto. Falamos sobre essas novas tendências no post Assistente Virtual: 5 tendências 2019. Entre lá para conferir!

Como funciona a rotina de trabalho do assistente virtual?

O assistente virtual executa tarefas relacionadas a processos operacionais, administrativos e financeiros, com base nas suas competências e habilidades. Com contratos de trabalhos flexíveis, o trabalho é realizado remotamente, sem precisar estar presente na rotina do escritório.

Como é feita a contratação do assistente virtual?

O assistente virtual é enquadrado como MEI – Micro Empreendedor Individual. Explicamos mais sobre isso no post “Tudo sobre o MEI”. Normalmente é feita uma proposta e/ou contrato de prestação de serviço, onde constam as atividades que serão desenvolvidas, valores, frequência de pagamentos e os resultados esperados.

Esperamos que tenham gostado das informações e caso tenha alguma dúvida ou sugestão, envie um e-mail para contato@comoserassistentevirtual.com.br.

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Será que dá para mudar de carreira depois de tanto tempo na mesma profissão? Lindsay Ornellas, aluna da Camile mostrou que sim, é possível. 

Ela é mãe de uma adolescente de 17 anos, mas a vida toda trabalhou fora e perdeu momentos importantes e únicos da vida de sua filha. Depois de 20 anos atuando no mundo corporativo, ela decidiu mudar.

Antes de conhecer o curso da Camile Just, ela já tinha atendido alguns clientes pontualmente como freelancer, mas não acreditava que tinha perfil para ser MEI. Mas em 2020, realizou o Curso Como Ser Assistente Virtual e essa foi a virada de chave que ela precisava para realizar sua transição de carreira.

“O curso colaborou para eu enxergar questões bem específicas da carreira, a questão de público, nicho, etc.”

 

A nova rotina como assistente virtual

Como assistente virtual, ela atende entre 5 e 10 clientes, hoje sem a correria de antes, onde precisava até mesmo viajar a trabalho. Agora, ela curte mais momentos com sua filha – a nova carreira de AV contribuiu até mesmo para que ela se aproximasse da adolescente.

“Sou muito mais feliz, consigo cuidar de mim, da casa, da minha filha. Trabalho muito mais, mas com algo que eu amo e faço com prazer, no meu ritmo.
Tenho orgulho de vestir a camisa dos meus clientes, de ajudá-los e criar uma ligação especial com cada um.”

A vida de empreendedora, segundo Lindsay, possui desafios, mas ela se sente livre e grata pela nova rotina. Com seu trabalho, ela já ajudou empresas a dobrar o faturamento simplesmente por ela poder organizar a parte burocrática de contas, atendimento de clientes. 

Em outro caso, a cliente que vivia sobrecarregada pode até tirar férias após a entrada de Lindsay. Ela finalmente conseguiu fazer sua viagem de Lua de Mel, graças à confiança que tem na AV!

 

Uma lição de ouro

No curso, aprendemos a estar sempre atentos às oportunidades de prospecção.

Certa vez, Lindsay estava indo ao médico quando um passageiro puxou papo. Ela mais que rápida, na primeira oportunidade, contou que estava empreendendo e pegou o contato do rapaz, que trabalhava em um dos nichos que ela atendia.

“Eu desci do ônibus, e algumas horas depois ele me mandou uma mensagem, dizendo que havia indicado meus serviços para um colega e que a pessoa estava interessada (…) Não perdi a oportunidade, nem dentro do ônibus.”

No curso, entre os conteúdos que mais foram valiosos para Lindsay estão: a construção do negócio, ferramentas, o contato com a Camile e a equipe de apoio. Além do que ela pode aprender sobre ferramentas digitais que ajudam em seu negócio.

Agora, ela planeja o crescimento como assistente virtual para chegar aos 5 dígitos por mês, comprar um apartamento, ter uma reserva financeira e já sonha com uma viagem à Disney. 

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Todo pai e mãe sonha com o melhor para o futuro dos filhos. Porém, a diferença de gerações e expectativas quanto ao que significa ter uma “carreira de sucesso” pode gerar conflitos. O que muitas pessoas ainda creem é que o emprego tradicional, no qual você trabalha a vida toda em uma única empresa, é a única forma de ser bem-sucedido. Afinal, isso é o que foi ensinado lá atrás, um reflexo do fim da 2ª Guerra Mundial, onde as pessoas buscavam estabilidade. Era o melhor cenário naquele momento, mas o mundo mudou…

Mudanças que vieram com a transformação digital

Hoje, a tecnologia veio para modificar o formato de trabalho, fazendo profissões desaparecem enquanto novas surgem.  A própria compreensão de “carreira bem-sucedida” tomou outro significado. E para muitas pessoas insatisfeitas com os formatos quadrados da CLT, é a chance de ter um trabalho com propósito, que traga retorno financeiro e reconhecimento.

A Maria Fernanda é uma dessas pessoas, cujos pais queriam que ela seguisse em algo que não trazia alegria para ela:

“Meu pai sempre me quis concursada, estável. Minha mãe queria que eu fosse nutricionista de sucesso. Eu aprendi muito, ganhei uma experiência muito rica, mas não me sentia completa.”

Em 2020, Maria Fernanda viu a chance de construir uma carreira alinhada com seu propósito e que fosse uma profissão do futuro. Ela se envolveu completamente, usando o autoconhecimento para aceitar e acolher suas características e experiências. Para ela, que já vinha buscando outras maneiras de trabalhar, o curso foi essencial para que ela amadurecesse e aprendesse a focar em seu propósito para ter resultados.

De lá pra cá, atendeu entre 10 e 15 clientes e continua se desenvolvendo para crescer ainda mais na carreira. Sua meta agora é dobrar sua receita, ter uma equipe digital e ajudar mais pessoas em seus negócios e rotinas.

Ela já prestou serviços de secretariado para um estúdio de danças, migrando todo o sistema de gestão do estúdio para o digital.Também atuou na área clínica de nutrição por 8 anos, gerenciando contas, atendimento, agenda, recibos, NF, pós-atendimento, receitas, solicitação de exames, entre outras atividades.

E seu propósito continua firme:

“Poder ser eu mesma, do meu jeito, ajudando outros profissionais a alcançarem seu sucesso é incrível! Me sinto segura hoje, realizando meus sonhos.”

Como assistente virtual, Maria Fernanda tem mais tempo para planejar seus sonhos: ter um sítio com vários bichinhos, horta, cachoeira, onde ela possa ver o pôr do sol e nascer da lua e continuar trabalhando como assistente virtual, afinal, nesta profissão, qualquer lugar do mundo pode ser seu escritório.

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O mercado de trabalho tem se transformado constantemente, fazendo com que surjam novos formatos e jeitos de trabalhar. Mas um que com certeza você já ouviu falar é o formato freelancer. Será que é nessa modalidade em que assistentes virtuais se encaixam? Vamos falar das diferenças.

Com a crise econômica acarretada pela pandemia, muitas pessoas tiveram a renda reduzida e tiveram que procurar renda extra em trabalhos sem vínculo empregatício. Assim, encontraram no freelancer a alternativa para enfrentar a situação do mercado.

Atualmente, o trabalho freelancer é uma tendência, assim como a “pejotização”. Mas este último ainda requer o contrato estabelecido entre as partes, ambas formalizadas como empresas (o termo pejotização vem da vinculação entre CNPJs) para funcionar. Já o freelancer é um profissional liberal, sem vínculo formal com as empresas e que pode prestar serviços de forma pontual ou recorrente.

Assistente virtual é freelancer?

A resposta é: depende. Pode ser que a demanda seja por curto período de tempo, realizando demandas pontuais, ou frequentes, quando a tarefa é recorrente, ou seja, quando é uma tarefa que deverá ser feita com frequência diária, semanal ou mensal.

Para ter segurança, as Assistentes virtuais podem se vincular a empresas como PJ. Para isso, é necessária a formalização, ou seja, criação de um MEI. Já explicamos neste post todo o passo-a-passo para se tornar microempreendedor individual.

Quem está começando na carreira de Assistente Virtual pode oferecer seu trabalho por um breve período de tempo no formato freelancer; assim, é possível realizar um teste sem a preocupação com quebra de contrato e o comprometimento a longo prazo em uma parceria que pode não dar certo. Isso é interessante para ambos os lados envolvidos na parceria sentirem se querem continuar!

No início da carreira, prototipar seus serviços como assistente virtual é a chave para saber a quantidade de trabalho a ser realizado, a precificação, entre outros fatores, como por exemplo a necessidade de qualificação para determinados nichos que você deseja atuar como assistente virtual.

Explicamos melhor sobre a importância de escolher um nicho de mercado e como isso é um erro comum de muitos assistentes virtuais que estão começando.

Diferenças entre Assistência Virtual e o Trabalho Freelancer

As características mais comuns do trabalho freelancer:

Vantagens de trabalhar como assistente virtual:

  1. Trabalhar de casa;
  2. Flexibilidade de horários;
  3. Versatilidade de nichos e serviços de atuação;
  4. Atender mais de um cliente, aumentando a sua renda;
  5. Investimento baixo ou zero pra começar;
  6. Autonomia para trabalhar de onde quiser e atender a mais de um cliente.

Viu como em alguns aspectos você também pode atuar como freelancer, mesmo sendo assistente virtual? Isso porque freelancer é um formato de trabalho, mas AV é uma profissão.

Por isso, a partir do momento em que você conquistar seus primeiros clientes fixos como assistente virtual, o ideal é abrir seu MEI, garantir direitos previdenciários e previstos por contrato, dando mais segurança para trabalhar e ainda assim mantendo as vantagens do freelancer.

Se preparando para o mercado de assistência virtual

A profissão de assistente virtual está crescendo muito no Brasil. Já atrai milhares de pessoas que encontraram na profissão a possibilidade de mesclar as vantagens do freelancer com a versatilidade de poder executar vários serviços, utilizando seus talentos como ferramenta principal para crescer na profissão.

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As mudanças recentes no mercado de trabalho, que foram intensificadas com a pandemia do Covid-19, afetaram de forma severa a vida de muitas pessoas. As empresas precisaram se adaptar para atenderem aos seus clientes no ambiente digital – e muitas acabaram fechando as portas ou demitindo seus funcionários. A Patrícia Abreu foi uma dessas pessoas que perdeu seu trabalho neste momento. 

Ela se sentia segura no emprego que tinha como CLT, e o desligamento da empresa afetou sua autoconfiança. Foi realmente um período difícil. Então, precisou encontrar outras saídas, reinventar sua carreira.

“Minha transição começou pouco mais de 1 ano atrás, da falsa segurança que eu tinha do formato de trabalho CLT para o desemprego, início de uma pandemia e o nascimento ‘a fórceps’ ? de uma empreendedora.”

Patrícia Abreu, Assistente Virtual

Logo que iniciou seus estudos em Assistência Virtual, percebeu as inúmeras oportunidades que o mundo digital possibilita para trabalhar. Arregaçou as mangas, buscou apoio nas mentorias ao vivo e na comunidade de alunas e foi à luta.

Em um ano, ela já atendeu entre 15 e 20 clientes prestando serviços administrativos, financeiros, comerciais, RH, atendimento, gestão de projetos e de processos. 

Patrícia quer continuar crescendo, dar oportunidades a outras pessoas e contribuir cada vez mais com seus clientes. “Já estou construindo uma rede de apoio e parcerias para aumentar minha carteira de clientes, contratando outras AVs – meu marido é o 1º AV oficial da empresa, vai virar sócio em breve!” ?

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Você sabia que assistentes virtuais podem trabalhar com RH e departamento pessoal? Mesmo profissionais que já atuam na área, mas estão cansados da CLT ou do universo corporativo, podem usar suas habilidades e experiências para se tornarem assistentes virtuais, trabalharem em casa e terem uma rotina mais flexível.

O trabalho home office veio para ficar

Segundo um levantamento da Fortinet, 30% das empresas no Brasil vão abandonar o escritório de vez. E 90% afirmou que vai investir em formatos de teletrabalho. Segundo a consultoria Chess Human Resources, de 2020 para cá a contratação de profissionais autônomos dobrou e a tendência é só crescer.

Para as empresas, isso representa redução de custos com folha de pagamento de funcionários, possibilita a contratação de profissionais sob demanda especialistas e qualificados em suas áreas sem a necessidade da burocracia da CLT.

Já para os profissionais, é a liberdade de atender mais de um cliente ou empresa, aumentando sua renda e fazendo seus próprios horários. 

Ou seja, a hora de se tornar assistente virtual é agora.

“Tenho experiência na área de Recursos Humanos. Posso trabalhar como assistente virtual?”

A resposta é sim! Atualmente o RH tem se reinventado: se antes era a parte responsável apenas pela contratação de pessoas e gestão de documentos, hoje faz parte também do desenvolvimento dos colaboradores, atuando frente a treinamentos, programas internos, entre outros. E o RH remoto pode ser protagonista nas mudanças que estão ocorrendo de contratações em novos formatos, à distância. São muitas frentes para lidar, o que gera demanda por parcerias que possam agregar valor no trabalho e aumentar os resultados para a empresa.

Como a assistente virtual pode contribuir no RH?

Se você já tem experiência em RH e DP, conhece as atividades do mercado tradicional, pode realizar as atividades que são core, ou seja, as primárias:

Se você já atuou ou em departamento pessoal pode se tornar responsável por toda a parte burocrática da contratação de funcionários, cálculo de rescisão, cálculo de férias, de benefícios, entre outros.

Mas aqui está o pulo-do-gato: o mercado digital e as transformações aceleradas pela pandemia abriu um novo leque de oportunidades para que assistentes virtuais possam trabalhar com RH.

São muitas possibilidades dentro do meio digital, porque assistentes virtuais se tornam facilitadoras da migração de muitas empresas para o digital, cuidando de toda a parte de contratação e gestão de colaboradores, sejam eles temporários ou não. É um mercado extenso e que não vai parar de crescer, pois, como contamos no início desse post, as empresas não querem voltar para o presencial.

E não são apenas grandes empresas que assistentes virtuais podem mirar: as pequenas e médias empresas também necessitam dos serviços de RH, estruturando processos internos, comunicação interna, integração, entre outros. Muitas vezes, essas empresas ainda não possuem um setor de RH, e acabam buscando consultorias ou realizando o trabalho por conta, e se deparando com todos os desafios e dificuldades dos processos. Essa é uma grande oportunidade!

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Qualquer profissional, no começo da carreira, está sujeito a riscos e erros. O medo de prospectar, a inexperiência em negociação, organização, tudo isso pode levar a erros ao longo do percurso. São raros os profissionais que acertam na primeira vez!

Vivemos em uma cultura que condena erros. E a cobrança ainda é maior com profissionais mulheres, pois se desdobram em múltiplas funções: carreira, maternidade, casamento, por exemplo. Então, surge o medo: de abordar os clientes da forma incorreta, de não saber negociar, fechar um contrato, várias coisas que é preciso fazer quando se trabalha por conta própria.

Porém, você pode aprender com esses erros para melhorar cada vez mais seu trabalho como assistente virtual. Existem 5 grandes erros comuns que vejo entre as Assistentes Virtuais que estão começando, e vou listar aqui para que você possa usar os aprendizados e evoluir na sua carreira.

Começando como assistente virtual

Quem chega até a profissão de assistente virtual vem com o sonho de mudar de carreira, ter mais liberdade e tempo com a família. Além disso, você pode trabalhar de casa, atender vários clientes e aumentar a sua renda. 

Mas trabalhar de casa requer disciplina e organização para seu trabalho ir pra frente e você conquistar a liberdade, a confiança dos seus clientes e crescer profissionalmente.

No começo da carreira como assistente virtual, é muito comum os profissionais enviarem propostas para todos os lados, para qualquer empresa. No entanto, para se destacar no mercado, escolher um nicho é o melhor caminho, pois assim terá foco para entender as necessidades particulares do seu público-alvo, desenvolver qualificações para estas áreas e se tornar uma parceira essencial para tais empresas. 

Cada cliente e empresa têm necessidades específicas, por isso, o que pode funcionar para uma, não fará o menor sentido para outras – por isso, se sair “atirando para todos os lados” ficará mais difícil de acertar seu alvo.

Você pode sim atender mais de um nicho, mas ao começar na carreira como assistente virtual, o ideal é escolher poucos para poder estudar as necessidades principais da área, qual é a maior dor destes empresários ou empreendedores, como são seus consumidores.

Assim, você pode personalizar sua comunicação com cada cliente, criando conexão imediata, gerando confiança. E quando o cliente confia em você, é contrato assinado na certa!

Além de você prospectar, ter redes sociais dedicadas à profissão de assistente virtual mostra autoridade no assunto. Quando seu cliente se interessa pelo seu serviço e entra em suas redes para te conhecer melhor,  o ideal é que ele veja a qualidade do seu trabalho, suas competências, o quanto você está atualizado com o mercado e as tendências do nicho que escolheu para trabalhar. 

Misturar o pessoal com o profissional pode confundir a cabeça do cliente, levando ele a desistir de entrar em contato.

Existem poucos momentos em que um cliente pode vir até você: por meio de indicação ou se você realiza um trabalho com publicidade digital, sejam anúncios pagos no Facebook, no Google, etc. Mas apenas ter um site, redes sociais e ficar em casa esperando não será o suficiente para gerar a procura pelos seus serviços!.

Por isso, você precisa criar um processo de prospecção: levantar listas com contatos de empresas que tenham potencial, ligar para ter um primeiro contato e entender as demandas. Pode ser que você não feche de cara, por isso, é preciso analisar sua abordagem com o próximo cliente, qual é o seu “pitch” de vendas, ou seja, qual é o seu discurso? Ele está gerando conexão? Está sendo persuasivo?

Tudo isso pode ser aprendido e ajustado, e mantenha o contato com os clientes durante todo o caminho entre o primeiro contato até o fechamento. Não desista nos primeiros nãos!

Muitas vezes ao trabalhar de forma autônoma, é preciso entender que, como assistente virtual, você pode ir muito além do status de freelancer. É preciso compreender que agora você possui um negócio, uma empresa, mesmo que seja micro! 

Por isso, formalize seu trabalho. Depois dos primeiros contratos, abra seu MEI para emitir notas fiscais.

Invista em um e-mail corporativo para passar mais credibilidade aos clientes. O próprio Google oferece e-mails corporativos, no qual você compra um domínio com valor anual epode pagar cerca de R$25/mês para ter um e-mail profissional. Existem inúmeras plataformas de hospedagem onde você mesmo pode criar seu site e ter um e-mail profissional.

Você precisa ter muito claro na sua mente por que você decidiu entrar no universo de assistente virtual para manter seu propósito, ser bem-sucedido, ter mais flexibilidade e tempo com a família. 

Não se esqueça da automotivação. Acreditar no seu potencial é a chave para decolar na carreira!

Mais um erro comum é não se qualificar!

Como você viu, os desafios para entrar nessa área são vários, mas são possíveis de contornar. Para ter uma jornada mais segura durante a criação da sua nova carreira, você pode investir em uma Formação e aprender a trilhar esse caminho, bem como contar com o apoio das(os) colegas.

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Quer descobrir quais os serviços mais procurados para assistentes virtuais e quanto pagam? Este artigo vai ser muito útil tanto para quem quer ser seguir na carreira quanto para empregadores que estão cogitando a contratação deste profissional.

O que é uma assistente virtual?

Esta profissão pode ser considerada nova no Brasil, mas tem ganhado popularidade, uma vez que muitas empresas migraram para o home office e não pretendem voltar para o modelo presencial, ou irão retornar com uma equipe mais enxuta. Neste cenário, a assistência virtual surgiu para ajudar empreendedores ou empresas a gerirem diversas atividades à distância, desde cuidar da agenda de empresários até a contratação de colaboradores, controle de contas, entre outras atividades.

Isso facilita a vida de empresários que desejam ter mais tempo para focar nas estratégias do negócio, com a segurança de um profissional que vai ser uma parceria indispensável para manter a organização da empresa.

O que uma assistente virtual faz?

Um grande diferencial da profissão de assistente virtual é que ela se molda aos conhecimentos de cada profissional. Por exemplo, pode ser que você tenha trabalhado por um longo período como secretária e tenha experiência na área. Ou trabalhou como auxiliar ou assistente administrativo e entende muito sobre a rotina de escritório. Ou, ainda, tem experiência com vendas, e poderá usar suas experiências desempenhando tarefas comerciais.Enfim, suas habilidades podem ser seu maior diferencial na área.

Ou pode ser que você não tenha experiência profissional ou esteja fora do mercado há algum tempo, mas faz o controle financeiro do seu lar, é uma pessoa organizada, tem uma boa capacidade de resolver problemas, possui disciplina: a assistência virtual também é pra você.

O importante é não parar de aprender, desenvolver novas habilidades para acompanhar as mudanças do mercado.

Os serviços mais procurados para assistentes virtuais e quanto pagam

Os valores podem mudar conforme sua região ou as mudanças do mercado.

Confira agora a lista de atividades onde existem maior demanda por assistentes virtuais e desenvolva as competências necessárias para poder exercê-las!

Confira também: 7 serviços para quem está iniciando como AV

Segundo o site Glassdoor, site para avaliação de empresas e médias salariais, uma assistente virtual pode ganhar em média R$1.550/mês trabalhando para uma empresa. Porém, é muito comum que assistentes virtuais atendam mais de uma empresa. Além disso, suas qualificações e atribuições fazem a diferença na hora de negociar, pois podem valorizar a sua mão-de-obra.

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